Estava pensando sobre o RIDÍCULO em razão do caso envolvendo um juiz de direito e uma agente de trânsito no RJ.
“Juiz não era Deus” - hipóteses: o magistrado se sentiu ofendido por
ser ateu? Ou por ser extremamente religioso viu ato como blasfêmea?
“Carteirada” – hipóteses: qual a atividade jurisdicional que estava
sendo realizada por um magistrado conduzindo sem carteira de habilitação
um carro sem placas? Seria uma atividade secreta da Corregedoria do
Tribunal de Justiça do RJ? Se fosse, não
precisaria ser esmiuçada, mas apenas mencionada para acabar como
imbróglio. O magistrado também pode ser um agente secreto?
Identificou-se como juiz de direito para não ter o carro guinchado ou
para pedir a prisão não faz muita diferença, pois qualquer um do povo
pode decretar a prisão em flagrante mesmo sem ser juiz de direito, seria
o art. 301, do CPP?
Mas “não ser Deus” é ridicularizar ou por as coisas nos devidos lugares?
Por que alguém falaria gratuitamente “nem mesmo se fosse Deus” se a
outra pessoa não tentasse tirar proveito da sua condição supostamente
superior? Ou tentando dar uma “carteirada”?
Ridicularizar o Poder
Judiciário é falar que um de seus integrantes “não é Deus”, ou fora do
exercício da atividade jurisdicional acreditar-se merecedor de
tratamento diferenciado, ou até mesmo exercer mal o poder que lhe foi
investido, ou ainda numa postura corporativista corroborar a atitude de
seus pares que transgridem as leis de trânsito?
Mas todos são iguais perante a lei, mesmo em relação à lei de trânsito!
Ou o resultado de uma batida no muro com um carro desgovernado que trafegava a 200Km/h é diferente para um magistrado?
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Os dois não me enganam, mas alguém tem que ser eleito
Algo não me convence nos 2 candidatos à presidência da
República.
Faltam propostas concretas e detalhadas.
Produtos de marqueteiros, que temem enfrentar, ou debater
questões sérias.
Se indagados sobre aborto, vale o que está na lei.
O mesmo para as drogas.
Mas pessoas morrem não porque são vagabundas ou sem vergonhas.
O Estado não é um ente governamental abstrato, impessoal e
laico?
Não me importa a posição pessoal, a crença de cada um dos
candidatos, mas uma política de saúde pública precisa ser implementada e
englobar esses 2 pontos.
Mas é interessante notar o que faz a “cegueira ideológica”.
O preço do petróleo em queda no mercado mundial, e aparentemente
os países desenvolvidos precisarão de menos combustíveis fósseis no próximo
inverno, ou o gás de xisto fazendo sucesso (e estrago ambiental) nos EUA.
E com a queda do preço do petróleo vem a “pérola” da
militância: “se o preço do petróleo está caindo, acabou o problema do prejuízo na
Petrobras e não será preciso aumentar o preço da gasolina...”.
Mas a Petrobras vive de que? Do jeito que está a seca no
Brasil, poderá incluir a venda de água na sua lista de produtos, mas não é o
caso imediato. Pior, é grande exportadora de petróleo bruto, mas precisa
importar gasolina, porque não tem capacidade de refino para atender a demanda
interna.
sábado, 11 de outubro de 2014
Reeleição não é o problema
Marina Silva em troca de apoio ao candidato à presidência
Aécio Neves, entre outros pontos, que o tucano desista da reeleição em caso de
vitória.
Mas a reeleição é o grande mal da política nacional?
Acredito na reeleição como instrumento de melhoria
político-social-econômica.
Qual o problema de um governante se manter no poder por 2
mandatos, quando o governo está atuando de forma benéfica para a maioria da
população?
Não gosto, e deveria haver uma revisão na perpetuação dos
ocupantes de cargos nos Legislativos municipais, estaduais e federal.
Na prática temos vereadores, deputados e senadores vitalícios
levados ao poder pelo voto democrático,
mas em muitos casos ainda refletindo o coronelismo nos vários rincões do
Brasil.
Se não são mandatos vitalícios, também se assemelham com as
capitanias hereditárias em que Portugal fatiou a colônia do Brasil.
O fim da reeleição não afasta os absurdos cometidos pelos
políticos mal intencionados.
Fazer com que o sucessor seja eleito também pode ser muito
danoso.
Para quem não presenciou, ou não se recorda, o governador de
SP, Orestes Quércia, não podia ser reeleito, pois não havia essa previsão
legal, mas fez seu secretário de segurança pública Antônio Fleury Filho seu
sucessor no governo do estado.
Mas isso custou caro ao Estado de São Paulo, pois Quércia
arrebentou as finanças públicas para atingir esse objetivo, numa época que
também não havia Lei de Responsabilidade Fiscal.
Quércia ainda se gabou do feito.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Comparações incomparáveis
Já ficou claro que a comparação será usada na campanha eleitoral presidencial no 2º turno.
Aloísio Mercadante disse: "A média do crescimento da economia foi 2,3% nos anos
FHC. A média de crescimento no período Dilma será de 2,1%. É muito próximo, mas
num cenário econômico muito mais adverso."http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/10/1530406-nao-faremos-uma-politica-ortodoxa-diz-mercadante-em-entrevista-ao-valor.shtml
Mas qual cenário econômico é, ou foi mais adverso?
Crise Mundial dos países emergentes, no início do ajuste das contas públicas internas?
Crise Mundial que produziria uma "marolinha"?
Houve erro nas duas situações!
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Doeu?
A presidenta Dilma sempre diz que combate a corrupção “doa a
quem doer”, mas:
- arquivou o processo administrativo sobre a Petrobras, com
a conclusão de que não havia qualquer irregularidade?
- promoveu com elogios o ex-diretor de abastecimento Paulo Roberto
Costa para a Petrobras Distribuidora?
- tentou impedir a formação da CPI da Petrobras alegando que
serviria de palanque político, mesmo tendo maioria no Congresso, e os partidos
da base aliada ocupariam a Presidência e a Relatoria de qualquer Comissão, que
garante a forma de condução dos trabalhos?
Isso é lutar incessantemente contra a corrupção?
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
ÁRVORES FRUTÍFERAS, né sr. prefeito Haddad?
Não sou contra ciclovia na cidade de SP.
Não sou contra ciclofaixa na cidade de SP.
Mas o prefeito Haddad consegue criar uma insatisfação por semana!
Agora na av. Inajar de Souza, para construir uma ciclovia, a PMSP resolveu derrubar árvores frutíferas, com a promessa da devida compensação ambiental, com o plantio em outras localidades.
http://cbn.globoradio.globo.com/sao-paulo/2014/10/07/CORTE-DE-ARVORES-EM-VIA-REVOLTA-MORADORES-E-COMERCIANTES-NA-ZONA-NORTE-DE-SP.htm
No mês das árvores, em plena primavera, época de procriação inclusive de pássaros, que normalmente se alimentam nas... ÁRVORES FRUTÍFERAS, né sr. prefeito Haddad?
Não sou contra ciclovia na cidade de SP!
Não sou contra ciclofaixa na cidade de SP!
Sou contra um ser incapaz de gerir essa cidade!
Não sou contra ciclofaixa na cidade de SP.
Mas o prefeito Haddad consegue criar uma insatisfação por semana!
Agora na av. Inajar de Souza, para construir uma ciclovia, a PMSP resolveu derrubar árvores frutíferas, com a promessa da devida compensação ambiental, com o plantio em outras localidades.
http://cbn.globoradio.globo.com/sao-paulo/2014/10/07/CORTE-DE-ARVORES-EM-VIA-REVOLTA-MORADORES-E-COMERCIANTES-NA-ZONA-NORTE-DE-SP.htm
No mês das árvores, em plena primavera, época de procriação inclusive de pássaros, que normalmente se alimentam nas... ÁRVORES FRUTÍFERAS, né sr. prefeito Haddad?
Não sou contra ciclovia na cidade de SP!
Não sou contra ciclofaixa na cidade de SP!
Sou contra um ser incapaz de gerir essa cidade!
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Parece, mas é?
Tive a oportunidade de ouvir o sr. Rui Costa, governador
eleito pelo PT na Bahia, e tratar de forma civilizada assuntos da política
nacional, inclusive no embate com o PSDB para o segundo turno presidencial.
Mas duas coisas chamaram a minha atenção:
A primeira foi o reconhecimento dos erros cometidos pelo
partido, mas questionado a respeito demonstrou estrema dificuldade, ou melhor,
se recusou a falar a palavra MENSALÃO!
A outra foi que o sr. Rui Costa, indignado, tentou
esclarecer que o “BOLSA FAMÍLIA” não foi capaz de dar a vitória para a
presidentA Dilma no primeiro turno no Nordeste.
Ocorre que numa conta rápida não é bem isso que parece.
Na Bahia são 10 milhões de eleitores.
Se só 20% recebem “BOLSA FAMÍLIA”, se ouvi direito o que
disse o sr. Rui Costa, teríamos algo em torno de 2 milhões de pessoas.
E a presidentA Dilma recebeu no estado 4.292.325 votos, ou
seja, o efeito indireto de quem recebe o benefício?
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